Muita gente acredita que sucessão rural é assunto para quando o produtor estiver com 80 anos, doente, sem forças para tocar a fazenda. A realidade bateu na porta e mostrou o contrário.
O perfil do produtor rural brasileiro envelheceu. A média de idade subiu, os filhos saíram para estudar na cidade e muitos não voltaram. Enquanto isso, a fazenda se transformou. Virou empresa. Ganhou gestão, tecnologia, dívidas estruturadas, contratos de longo prazo.
E aí está o problema: você construiu um negócio profissional em cima de uma estrutura jurídica amadora. A terra ainda está no seu nome. Ou pior, no nome dos seus pais que já faleceram e ninguém nunca fez inventário. Os bens se misturam com a operação. E todo mundo sabe que “sempre foi assim”.
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