A janela de 2026 vai fechar e você pode perder metade do seu patrimônio

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Muita gente acredita que planejamento sucessório é coisa para fazer “um dia”. Que tem tempo. Que pode esperar.

Só que 2026 não é um ano qualquer.

É o último ano em que você vai conseguir estruturar seu patrimônio antes de uma das maiores mudanças tributárias que já vi na sucessão familiar.

Estados como São Paulo, Minas Gerais e Paraná usam hoje alíquota fixa de 4% no ITCMD. Parece até razoável quando você olha assim, de longe.

Mas a partir de 2027, essas mesmas alíquotas vão virar tabelas progressivas que podem chegar a 8%. Em alguns casos, literalmente o dobro.

Você que tem R$ 10 milhões em patrimônio vai sentir na pele. Hoje, seus herdeiros pagariam R$ 400 mil de imposto. Com a nova regra, esse valor pode ultrapassar R$ 800 mil.

É meio milhão de reais a mais saindo do bolsillo da sua família.

E não estou falando de um cenário distante. Estou falando de 2027. Ano que vem.

A janela está aberta agora. Mas ela vai fechar.

O que poucos percebem é que essa mudança não afeta só quem vai fazer inventário. Ela atinge em cheio quem tem empresa familiar, imóveis rurais, participações societárias.

Tudo que você construiu ao longo de décadas pode ser drasticamente reduzido por uma alíquota que dobrou enquanto você esperava o “momento certo” para agir.

Eu atendo empresários que acumularam patrimônio a vida inteira. Suaram para construir. Abriram mão de finais de semana, de tempo com a família, de sossego.

E quando chega a hora da sucessão, descobrem que vão entregar uma fatia gigante para o governo porque não se planejaram a tempo.

Não precisa ser assim.

A holding familiar continua sendo a estrutura mais eficiente para proteger patrimônio e reduzir a carga de ITCMD. Mas ela precisa ser feita antes que a nova lei entre em vigor.

Depois de 2027, você ainda pode fazer. Só que vai pagar mais caro para transferir. Muito mais caro.

Tem gente que torce o nariz quando ouve falar em holding. Acha burocrático, acha caro, acha que é coisa de gente com patrimônio gigantesco.

Mas a verdade é simples: se você tem mais de R$ 2 milhões em bens, você já está no grupo que vai sentir o impacto direto dessa mudança.

E se você tem empresa familiar ou propriedade rural, o impacto é ainda maior. Porque esses ativos costumam ter valores elevados e geram complicações enormes no inventário tradicional.

A holding resolve os dois problemas de uma vez: reduz ITCMD e organiza a sucessão para que sua família não brigue pelo que é seu depois que você partir.

Mas tem um detalhe que ninguém te conta: holding não é mágica instantânea.

Ela precisa de tempo para produzir efeitos tributários. Precisa estar constituída, operando, com os ativos já transferidos.

Se você deixar para fazer em dezembro de 2026, pode ser tarde demais para aproveitar a alíquota atual.

O planejamento correto começa agora. Não em novembro. Não no segundo semestre. Agora.

Eu sei que decisões patrimoniais não são fáceis. Envolvem família, envolvem medo de errar, envolvem mexer em estruturas que estão funcionando há anos.

Mas o custo de não decidir ficou alto demais.

Você trabalhou a vida inteira para construir esse patrimônio. Não faz sentido entregar metade dele por inércia.

A janela de 2026 é real. E ela está aberta.

Mas só até o final deste ano.

Depois disso, quem não se movimentou vai pagar o preço mais alto da história para transferir patrimônio no Brasil.

E não tem volta.

Você protege quem ama quando age antes que o problema apareça. Não depois.

Participe da Jornada de Proteção Patrimonial da Família e descubra como estruturar seu patrimônio antes que 2027 chegue.

Ou adicione a Jornada no seu Google Calendar para não esquecer.

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