A janela para proteger seu patrimônio está se fechando em 2026

Compartilhe:

Muita gente acredita que planejamento sucessório é coisa para fazer depois. Quando a situação apertar. Quando tiver mais tempo.

Só que 2026 mudou esse jogo completamente.

A reforma tributária está trazendo alíquotas progressivas para o ITCMD. E se você tem patrimônio acima de R$ 2 milhões, precisa entender o que isso significa na prática: cada mês sem ação representa dinheiro saindo do seu bolso.

Deixa eu explicar sem rodeios.

Hoje, quando você faz uma doação ou quando acontece um inventário, o ITCMD cobra uma alíquota fixa. Em Goiás, por exemplo, são 4% sobre o valor transmitido. Você transfere R$ 5 milhões, paga R$ 200 mil de imposto.

Com as novas regras, quanto maior o patrimônio, maior a alíquota. A progressividade pode levar a cobrança para patamares de 8%, 10%, até 12% em alguns Estados. Aqueles mesmos R$ 5 milhões podem custar R$ 600 mil em ITCMD.

A diferença? R$ 400 mil que poderiam ficar com a sua família.

E aqui está o ponto que muita gente não percebeu ainda: existe uma janela de oportunidade se fechando agora. As doações feitas antes das novas alíquotas entrarem em vigor aproveitam as regras antigas.

Você leu certo. Se você estruturar a transferência patrimonial agora, paga pelas alíquotas menores. Se esperar, vai pagar o dobro ou triplo.

Não estou falando de teoria jurídica. Estou falando do patrimônio que você construiu durante décadas. Da fazenda que você transformou em negócio lucrativo. Das empresas que você ergueu com trabalho duro. Dos imóveis que você comprou suando.

Tudo isso pode custar muito mais caro para passar aos seus filhos se você não agir rápido.

E tem outro detalhe que complica: quanto mais complexo o patrimônio, mais tempo leva para estruturar direito. Holding familiar não se monta da noite para o dia. Precisa avaliar bens, integralizar, registrar, ajustar governança.

Se você tem empresa operacional, imóveis, participações societárias, terra rural, o processo pode levar meses. E o prazo está correndo contra você.

Vejo empresários que ficam paralisados. Acham que a estruturação é complicada demais. Que vão perder controle. Que os filhos vão brigar pelo patrimônio.

Mas a verdade é justamente o contrário.

A holding bem feita protege você enquanto está vivo. Mantém o comando nas suas mãos. Define regras claras para evitar conflito entre herdeiros. E ainda reduz drasticamente o impacto tributário na sucessão.

O medo de estruturar acaba custando muito mais caro do que a estruturação em si.

Agora imagina o seguinte cenário: você adia a decisão. As novas alíquotas entram em vigor. Dois anos depois acontece um imprevisto. Sua família enfrenta um inventário caríssimo, pagando ITCMD nas alíquotas máximas, com patrimônio bloqueado, herdeiros sem acesso aos recursos.

Tudo isso poderia ter sido evitado.

Não estou dizendo que você precisa sair doando patrimônio de qualquer jeito. Planejamento sucessório exige estratégia. Precisa considerar seu momento de vida, o perfil dos herdeiros, a natureza dos bens, suas necessidades de caixa.

Mas precisa ser feito agora. Com as regras que ainda estão valendo.

Depois que a janela fechar, você vai olhar para trás e calcular quanto dinheiro deixou na mesa. Quanto a mais sua família vai pagar de imposto. Quanto poderia ter sido preservado.

E não vai ter volta.

Se você tem patrimônio acima de R$ 2 milhões, não trata isso como mais um artigo para ler e esquecer. Trata como o aviso que pode salvar centenas de milhares de reais da sua família.

A reforma tributária não está pedindo licença. Ela está chegando. E quem não se mexer vai pagar a conta mais cara.

Participe da Jornada de Proteção Patrimonial da Família e descubra como aproveitar esta janela de oportunidade antes que seja tarde demais.

Ou adicione a Jornada no seu Google Calendar para não esquecer.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Preencha e fale agora
conosco no WhatsApp

Estamos prontos
para te atender